Homossexualidade
Homossexualismo & Homossexualidade
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Homossexualidade

Referências

homossexualidade
homossexualismo
saindo do armário
sair do armário
fora do armário
se assumir
cura da homossexualidade

 
 

Filmes

Guia Cultural

Amarelo Manga

Amarelo manga é a produção nacional mais prestigiada no momento em todo o circuito de cinema nordestino e com ótima aceitação no eixo Rio-São Paulo. O roteiro muito bem elaborado, traz cenas do cotidiano e do pensamento do homem e do mundo nordestino, representado por personagens que em seu tempo, vivem tragédias e dramas da vida cotidiana.

O personagem Dunga, vivido pelo ator Matheus Nachtergaele (O Ato da Compacedida), expõe os conflitos e desencontros de um cozinheiro de pensão que é apaixonado pelo açougueiro Wellington (Chico Dias) que divide sua vida entre sua esposa e uma amante. A história se desenvolve de forma bastante compacta, típico roteiro de filme baseado em tragédias gregas, onde diversos personagens compartilham de um mesmo mundo. O filme apresenta positivamente, uma idéia bastante interessante sobre a ótica de um gay que vive um amor proibido, numa mistura de romance e ódio por um amor proibido.

O filme Amarelo Manga está em cartaz em grande circuito nacional desde o último dia 10 de Agosto e tem conquistado prêmios importantes nos festivais de cinema nacional, inclusive, com destaque ao prêmio de custo cinematográfico, com produção inferior a 500 mil reais, oferecidos pelo Ministério da Cultura.

Segunda Pele

Este filme tornou-se rapidamnente um clássico entre os festivais de cinema gay de todos os tempos, uma produção espanhola de Gerardo Vera, que conta com bastante delicadeza, os conflitos e romances vividos por Alberto e Elena, um típico casal de claasse média, que vicve uma vida estável e tem uma filha. A trama se desenrola quando Elena descobre que seu fiel marido gasta parte de seu salário com contas de hotel, mas não poderia imaginar que sua amante na verdade, é um lindo homem, Diego.

Em estado de arte, Segunda Pele traz à tona questões clássicas sobre a bissexualidade vivia no cotidiano por uma família considerada modelo pelos padrões sociais que conhecemos. A bissexualidade de Alberto é apresentada de uma forma bastante coerente e com uma sutil representação homoerótica sobre os verdadeiros valores de um homem que aflora seus desejos secretos em relação ao mundo exterior, ao mesmo tempo em que Diego, seu amado amante não se acanha em reafirmar seu amor por ele. Este drama reflete também o outro lado da moeda, a vida de uma mulher que se vê frente a reconquista de seu marido, em busca de um recomeço para seu casamento que de repente perde a razão de existir.

Segunda Pele deverá evantualmente ser exibido em São Paulo na mostra Mix Festival de cinema e em roteiro alternativo entre setembro e Novembro/2003, porém, já está disponível em vídeo.

Traídos pelo Desejo

Irlanda, 1992. O Exército de Libertação da Irlanda (IRA) em oposição ao domínio britânico mantém refém seu próprio povo, que em fuga do caos e da marginalidade, vive em guetos e sobrevive aos frequentes atentados terroristas contra o Reino Unido. Em meio a este tumulto, Fergus (Stephen rea) um revolucionário fugitivo se apaixona loucamente por Jude (Miranda Richardson), uma cabeleireira que o ajuda enontrar uma saída para a vida marginal que leva. A trama se torna conflitiva quando Fergus descobre a verdadeira sexualidade de Jude e se vê numa situação de dúvida. Levar adiante um relacionamento homossexual em nome desta paixão, ou deixar seus valores conservadores guiarem sua vida.

Do título original, The Crying Games, temos por destaque a participação de Miranda Richardson, travesti reconhecido da cena inglesa e amigo pessoal do cantor Boy George, que elaborou a trilha sonora do filme com mesmo nome. O filme expõe de forma muito sutil o relacionamento homossexual e a vida cotidiana, que de forma geral, representa as possibilidades e opções que as pessoas podem encontrar durante sua vida.

Será que ele é??

Esta é uma comédia típica dos estúdios de Hollywood, onde Howard Brackett 9Kevin Kline), um professor universitário de uma pequena cidade americana vê Cameron Drake (Matt Dillon) seu ex-aluno e ator bem sucedido revelar ao mundo pela televisão que ele é gay em plena transmissão do prêmio Oscar. A comédia está na inversão de valores de toda uma cidade, que até aquele momento o idolatrava e passa a convivber co ele com desconfiança e bastante reserva. Isso sem dizer que sua noiva, Emily (Joan Cusack), quase morre de tanto chorar frente à televisão.

Será que ele é? ficou marcado para sempre na história de Hollywood pois foi inspirado em cena real vivida pelo ator Tom Hanks, quando em 1994 recebeu o pêmio de melhor ator pelo filme Philadelphia, onde viveu a dor de um advogado homossexual contaminado pela Aids e durante seus agradecimentos, Hanks citopu seu professor de Artes Dramáticas, que o incentivou a seguir a carreira de ator e era verdadeiramente gay. Depois deste ano, a Academia de Artes e Cinema de Hollywood passou a solicitar mais respeito ao protocolo da cerimônia com medo de retalhações de anunciantes e exigiu que os atores seguissem um script prévio básico antes da entrega de cada prêmio.

O filme deixa em aberto também a verdadeira sexualidade de Howard, que passa a viver e refletir melhor sobre sua vida e as opções de comportamento que ele terá que optar adiante. Mesmo assim, a fotografia do filme é bastante boa e o roteiro é rico em cenas em grupo, rápido e bem feito. Disponível em vídeo e DVD.

Longe do Paraíso

Estados Unidos, 1957. Cathy Whitaker (Julianne Moore) tem uma típica família americana de classe média-alta da época. O marido, Frank (Dennis Quaid), é um executivo bem-sucedido em uma conceituada companhia. Ela é dona de casa e dedica-se aos afazeres domésticos, aos cuidados com os dois filhos, um menino e uma menina, e às obras assistenciais, que promove com badaladas festas. A vida é perfeita, e, não por acaso, o casal figura nas propagandas da empresa em que Frank trabalha, a Magnatech.

Toda essa perfeição, porém, começa a se desfazer quando Frank redescobre sua homossexualidade. Acaba seduzido por um homem que conhece em um bar gay e é flagrado por Cathy aos beijos com o moço. Segue-se toda uma tentativa de reerguer o casamento, inclusive com consultas a um médico e adesão aos "tratamentos" que ele recomenda.

Quase ao mesmo tempo, Cathy aproxima-se de seu novo jardineiro, Raymond (Dennis Haysbert), que é negro. As dificuldades do casamento e o interesse que surge entre os dois levam a amizade a um destino inesperado e fazem com que ambos se apaixonem, sem que, contudo, deixem de enfrentar a ira de todos os que vivem na cidade, tanto negros quanto brancos.

Essa é a história de Longe do Paraíso, produção de 2002 que estreou nos cinemas brasileiros há pouco tempo. Com imagens de excelente qualidade, tingidas por tons caramelados bem fortes – como os filmes coloridos antigos –, a obra é uma crítica contundente à sociedade americana do final da década de 50. Ali estão reunidos representantes das três principais situações marginalizadas pelo ideal americano, cercadas por toda a sua hipocrisia: a mulher, o homossexual e o negro.

À primeira, não é permitido um horizonte maior do que aquele dado pela família. Submetida às rígidas regras socias, Cathy vê-se como alvo de todo um boato que se espalha apenas por a terem visto em companhia do jardineiro, além da censura que lhe dedicam seus "amigos". Submetida à autoridade do marido, este ainda se vê no direito de lhe cobrar explicações pelo que "os outros estão falando", apesar do flagra que ela há pouco lhe aplicara, quando ele estava em companhia de outro homem.

Ao mesmo marido, Frank, todo o martírio que a rejeição da homossexualidade causa. O estigma, a recorrência aos "tratamentos", os problemas de depressão, a luta contra si mesmo e a amargor de verificar sua inutilidade. Por fim, ao terceiro, Raymond – e aqui Cathy também reaparece como vítima –, a violência do racismo, expressa tanto na forma física quanto na forma moral.

Os espectadores mais elétricos não gostarão do ritmo do filme, que é bem lento. Entretanto, essa lentidão é proposital e funciona muito bem com o clima e a época que a produção quer retratar. Sem dúvida, uma excelente oportunidade para refletir sobre nossos próprios preconceitos e nossas máscaras.

Mais filmes...

 
 

Veja Também: Assista aos vídeos!

Saindo do Armário na TV Gazeta 2010 Saindo do Armário no Fantástico 2010
youtube.com/watch?v=p9cuo_S6MGQ youtube.com/watch?v=AqnvUlF0_cM

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Apoio/Patrocínio do Armário X:

Ótimo livro que fala sobre o Homossexualismo & Homossexualidade .


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