Homossexualidade
Homossexualismo & Homossexualidade
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Homossexualidade

Referências

homossexualidade
homossexualismo
saindo do armário
sair do armário
fora do armário
se assumir
cura da homossexualidade

 
 

gay adepto do bareback pratica a autodestruição

Por João Pedrosa

Surgiu nos Estados Unidos uma nova prática sexual entre homossexuais chamada de bareback. Esta palavra inglesa se refere a um estilo de montaria de cavalo em que o coubói monta no próprio pelo do animal, sem o uso da sela para montaria em rodeio. Ele usa uma alça na qual se segura, que é presa ao dorso do animal por uma barrigueira. Os gays americanos batizaram o ato de fazer sexo sem camisinha de bareback.

O bareback já chegou ao Brasil. Existem grupos na internet adeptos desta prática e em São Paulo (SP) alguns gays se reúnem, em festas fechadas, para praticarem este novo estilo de fazer sexo.

Muitas pessoas ficam estarrecidas e se perguntam, mas como é possível alguém se utilizar de uma prática sexual que pode ser mortal? Os adeptos desta prática estarão expostos ao contágio do vírus da AIDS e a dezenas de outras doenças, algumas incuráveis, como a hepatite C.

Temos exemplo na própria história do Brasil de comportamentos suicidas e autodestrutivos praticados por grupos sociais. Os escravos negros africanos que eram capturados e traficados da África (1548) e trazidos para o Brasil eram torturados nos navios negreiros durante a travessia do Atlântico. Nos mercados de vendas de escravos, continuava a tortura e depois que eram vendidos aos senhores a humilhação pública era freqüente, por parte dos feitores. O objetivo desta prática era humilhar o escravo transformando-o numa “coisa” desumanizada. “Domesticados”, estes escravos não fugiriam e seriam submetidos ao trabalho forçado sem resistência alguma.

Os negros escravos africanos, diante de tanta tortura e humilhação, praticavam não só o suicídio, mas o aborto, fugas em massa, várias formas de organização para resistência, quilombos etc. Muitos caíam em depressão e tristeza profunda até a morte. Este quadro depressivo ficou conhecido na história como banzo.

Outro exemplo é a prática do suicídio entre os índios brasileiros Guaraní-Kaiowá. O deduí é um ritual de suicídio por envenenamento ou enforcamento praticado por esses índios. Vivendo na humilhação e miséria, com suas terras tomadas pelo homem branco capitalista, estes índios preferem morrer a viver na condição de regime de semi-escravidão.

Pessoas ou grupos de pessoas que são humilhadas e privadas de liberdade perdem sua auto-estima e a esperança de viver. Partem para prática de comportamento autodestrutivo e suicida. Este tipo de comportamento é observado em prisioneiro de guerra, preso submetido ao trabalho forçado em campos de concentração e também em animais de circo.

O gay praticante da bareback apresenta uma série de justificativas racionais que podem convencer os menos desavisados. Diz que o objetivo desta prática não é contrair o vírus da AIDS, mas sim buscar mais prazer no sexo sem camisinha. Falam ainda que é muito excitante e aumenta o prazer se submeter ao risco de contrair o vírus. E finalmente argumentam que o contato direto com o sêmen aumenta o prazer sexual.

Quem pratica o bareback é o homossexual com sério problema de auto-aceitação e baixa auto-estima. Ele pode ter sofrido severa rejeição na infância e não consegue se ajustar socialmente sendo homossexual. Ele é o gay que não está harmonizado com sua homossexualidade. Possui uma estrutura emocional frágil e vulnerável, não conseguindo se ligar afetivamente a outro homem gay para construir uma relação saudável. Se utiliza do sexo para sua autodestruição.

Na verdade a prática do bareback é a negação da própria homossexualidade. Não aceitando sua orientação, o homossexual se autodestrói. O praticante do bareback tem diante de si dois caminhos: a morte negando sua existência enquanto pessoa homossexual ou a vida.

Se escolher o caminho da vida, é necessário buscar ajuda psicológica para resolver seus conflitos internos, aceitar sua homossexualidade e continuar sua caminhada pela existência humana. Mesmo com todas as barreiras que cada um de nós enfrenta para sobreviver, podemos afirmar que a vida é uma bela aventura que merece ser desfrutada com prazer e equilíbrio emocional.

João Batista Pedrosa
pedrosa@syntony.com.br

João Batista Pedrosa

 
 

Veja Também: Assista aos vídeos!

Saindo do Armário na TV Gazeta 2010 Saindo do Armário no Fantástico 2010
youtube.com/watch?v=p9cuo_S6MGQ youtube.com/watch?v=AqnvUlF0_cM

.

Apoio/Patrocínio do Armário X:

Ótimo livro que fala sobre o Homossexualismo & Homossexualidade .


Para contato, artigos e releases: contato.homossexualidade@uol.com.br