Jovens? É, jovens e lutadores. Hoje vemos muitos adolescentes participando de movimentos sociais, políticos e revolucionários. Claro, não é a maioria deles que estão em atividade, porém sua presença já é marcante. A importância de estarmos à frente de alguns trabalhos, ou mesmo, participando modestamente é o futuro que estamos construindo.
Vemos que hoje existem inúmeros movimentos sociais voltados a diversidade sexual, e vemos também à frente disso pessoas com uma idade adulta, mas isso não é regra e está mudando, ainda bem que esta mudando.
Temos vários exemplos de projetos à diversidade, são sites, listas de discussão, blogs, eventos, parada do orgulho gay entre outros... Todos os projetos são de suma importância e nunca podem andar sozinhos. O mais interessante nisso é ver que os jovens estão cada vez mais ativos, na sua maioria, participam de sites e listas de discussão e alguns em eventos também. Por existir muito preconceito, principalmente familiar, não podem estar muito em evidência, mas suas participações são representativas.
Algo que temos que estar atentos é a responsabilidade do que fazemos, pois quando começamos a agir, seja em qualquer causa e principalmente nos movimentos GLBT's, cada passo que é dado esta sendo minuciosamente observamos e criticado, por pessoas ligadas aos movimentos e principalmente por pessoas que querem destruir a imagem da diversidade sexual. Um jovem de 16, 17 ou 18 anos que coloca um site no ar, abre uma lista de discussão, freqüenta reuniões de grupos, não pode estar brincando de ser gente grande pois os resultados, sim, são grandes.
É importante que todos tenham conhecimento dos trabalhos desses jovens, principalmente os próprios jovens, para assim terem motivação de iniciar algum trabalho. Não é necessário que estejamos 24 horas por dia ligado aos acontecimentos destes projetos, mesmo porque não podemos deixar nossas vidas particulares pra traz, mas se cada um dedicasse 2 horas por dia, muitas conquistas seriam atingidas mais rapidamente.
Os jovens têm que ter consciência que eles são o futuro e precisam começar a conhecer esse mundo agora, enquanto tem pessoas com mais experiência a serem trocadas e obter conhecimento, para que num amanha bem próximo sejam os "militantes" da causa GLBT e não é a toda que somos a maior faixa etária do Brasil. Nós temos potencial.
Erik Galdino
www.erikgaldino.com.br